sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

hYbris Teatro - Aniversário...





nascimento
desafios
inovação
criatividade
partilha
cumplicidade
persistência
verdade
diferença
paixão
amor
abraço
complementaridade
identidade
entrega
 

Obrigado a todos os que connosco têm estado.

Fiquem hYbris.
 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

O Palco...



... estava vazio. As cadeiras do público ainda estavam despidas. Não havia ali ninguém, mas mesmo assim… havia ali tanta Vida.
 
Rita Rebelo





 

É tão bom...


 
 
 
 
... fazer parte de tudo isto. É tão bom crescer Aqui. Crescer ao lado de quem nos quer bem, de quem partilha uma mesma paixão. O Teatro.

Não.

O Teatro da Vida.

Sim.

Com o tempo fomos percebendo que, mais do que fazer teatro, nós queremos vivê-lo. E vivêmo-lo juntos. Juntos vamos construindo um cantinho de partilhas, de histórias, de amizades, de cumplicidades, de ambições... de desafios. Juntos vamos construindo O Cantinho hYbris.

Um refúgio que já é tão nosso e que vamos partilhando com tantos Outros que vêm ao nosso encontro, curiosos e prontos para verem "O que é desta vez?".

E sorrimos. Sorrimos, porque é isto que nos enche o coração. É isto que nos move. É para isto que aqui estamos, para partilhar os sorrisos, as lágrimas, os ensinamentos, as lições... tudo o que vamos aprendendo ao longo de cada Desafio.

Tudo o que vamos aprendendo acerca da Vida.

É tão bom fazer parte de tudo isto. É tão bom crescer Aqui.
 
Filipa Rebelo

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Os rostos-hYbris de uma "italiana"...

São pequenos os pormenores que vos fazem o que são. Um rosto descaído, um olhar sagaz, outro mais infantil. Um rosto que questiona o mundo, outro que pensa sobre o Mundo. Cumplicidades trocadas. Memórias que nunca se apagarão. Dramaturgos surpreendidos com a audácia da vossa juventude, uma juventude capaz de mover mundos. São estes os vossos rostos. Vejo-vos crescer. Na vida. No Teatro. E tanto que têm crescido no Teatro.
 
Amanhã mais uma sessão. Não será a última. Teremos sempre a Vida.
 
Fiquem hYbris.
 







 

Instantâneos-hYbris...

... Má mé mi mó mu... cá cé... um... dois... três... Posso?... Ó zééé!...

E em silêncio vejo-vos caminhar... O grito. O abraço forte. Quem Somos Nós?... Silêncio. Muita merda! Vou mandar entrar o público... Daqui a pouco entrará.
 
É assim o Teatro. É assim o Teatro!
...
Fiquem hYbris.



 

hYbris-Caso...

E assim nos vamos continuando a revelar... E quem sabe, quem sabe se não se descobre tudo na sexta, à noite, às 21h?... Que estranhos Casos serão estes...? Afinal, a solução sempre lá esteve... Cá vos esperamos!
 
Fiquem hYbris.
 




 

hYbris-Caso...

E assim nos vamos revelando...
 
Cá vos esperamos para a última sessão calendarizada para esta fase. Sexta-feira, às 21h, no Espaço Teatro....
 
Fiquem hYbris.
 







 

Pensamentos-hYbris...

No outro dia perguntavam-me, a sorrir, o que me fazia feliz. Pensei e escrevi-o num pedaço de pano. Aquele pano tem sido preenchido aos poucos. Uns por graça, outros porque sim, outros porque vamos lá a ver no que isto vai dar. Não demorei muito tempo a pensar nisto. Para mim, a resposta era muito simples. Peguei numa simples caneta e escrevi "Um Abraço Quente". E assinei. "Um Abraço Quente". Este pequeno Grupo enche-me de abraços quentes. Uns partiram porque a vida o exigia, outros porque as prioridades eram outras. Quero acreditar que este nome, em grego, nunca mais será esquecido. Poderá, até, tornar-se um simples rabisco na vida dos que agora estão, na vida dos que já não estão. Mas acredito que haverá um Sorriso. E cada Sorriso destes transformar-se-á num "Abraço Quente". Estes Abraços Quentes tem-nos feito ir aos fins-de-semana para a Escola, aos feriados, fazem-nos ficar um pouco mais, apesar do tanto que cada um de nós tem para fazer. Hoje vi caras tristes que não estavam tristes, vi Sorrisos que procuravam mascarar o exterior que os queria esmagar. Hoje vi a Máscara da Comédia e vi a da Tragédia. Afinal, hoje vi a Vida, de novo. Hoje são vocês. Cada uma de vocês é um Abraço Quente. Tu, Filipa, tu, Rita, tu, B., tu., Daniela, tu, Inês, tu, Mónica, tu, Wili, tu, Carla. Cada uma de vocês é um mundo de emoções. Tenho-vos visto crescer. Como seres humanos, como as "minhas atrizes", este ano. Nomeio-vos, hoje. Como Saramago o fez. Como outros o fazem em tantas obras. Saio da Escola sempre de coração cheio. Hoje chorei a rir com vocês. Hoje vi-vos, apenas. De novo, como um "Abraço Quente".
 
Fiquem hYbris. Sempre.
 
 















 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Amanhã




Um palco. Uma caixa negra. Rotundas de circulação. Projetores. Pequenas roldanas. Cabos de aço. Tábuas de madeira já tantas e tantas vezes pisada. Para lá, para cá. Vão sendo testemunhas de sorrisos, de lágrimas, de partilhas…
Têm sido muitas, as partilhas. Temo-nos confrontado com os nossos fantasmas, temos olhado o público, ouvido os seus respirares, as suas palmas de carinho e gratidão. Confrontamos deuses, emprestamo-nos a quem nos pede para o fazermos. Ficarão as saudades, quando As virmos partir para outros Corpos-Nós. Porque é preciso esvaziarmo-nos para depois darmos lugar a quem chega. Adaptamo-nos a toda esta intrusão desejada. A Delas e a do público. Começa por um sussurro. Depois, entram. Ouvimos o barulho das cadeiras e procuramos adivinhar quem está e onde está. Sabemos sempre como será o final. O menos importante e, naquele momento, o menos querido. Arrumaremos tudo para que o Tempo nos possa apertar a mão e dizer-nos, em segredo, que está, de novo, na hora. O breve aquecimento das vozes. O Estado de Prontidão. O frenesim interior que quase nos atropela. Por vezes, o desejo súbito de sair dali, o quase-pânico. Entra-se no palco. E em segundos somos Outros. E há uma magia indescritível nisto, uma sensação única. A plenitude do palco só por alguns é conhecida. E há um pairar sobre nós próprios. Vemo-nos a Ser, ouvimo-nos a Dizer. A velocidade estonteante. Campos no seu melhor, a sorrir, ao fundo, a comentar em segredo com Vicente, Régio, Sófocles, Sunnit e tantos outros. No 1º Balcão, Shakespeare vai escrevendo mais uma comédia e referindo que todo o Mundo é um palco e é nele que todo somos meros atores. E Somos. E amanhã, quando voltarmos a pisar estas tábuas que nos sorrirão, o mundo voltará a ser um pouquinho Nosso.
Porque este é um mundo de Magia, de transformação, de crescimento. Um mundo de abraços quentes e sorrisos cúmplices.
Afinal, o Mundo-hYbris.