sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Festas Felizes

 
 
hYbris, Grupo de Teatro deseja a todos Festas Felizes.
 
 

Obrigado por estarem connosco!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

"O Meu Pássaro da Alma..."


São vinte. É com este número que recomeça este Grupo de Teatro. Cada um deles com os seus dias repletos de sorrisos, de ansiedades, de sonhos e angústias. Foi o teatro que os juntou. E um Pássaro. O da Alma. E foi assim que falaram sobre ele.

 

Alice Almeida

“… sente-se concretizado, pois até agora consegui alcançar quase todos os meus objetivos e sinto-me feliz por isso.

A vida são dois dias, por isso tem que ser aproveitada ao máximo, fazermos aquilo que mais gostamos. E é precisamente isso que estou a fazer, estou no Grupo de Teatro hYbris e estou muito feliz por ter aproveitado esta oportunidade.”

 

Ana Cristina

                “…, uma criatura estranha e confusa, um tanto difícil de compreender. É, de facto, uma criatura interessante.

É, sem dúvida alguma, a parte mais verdadeira do meu ser. A mais verdadeira e a mais profunda também. É o eu completo. É, simultaneamente, o melhor e o pior dos meus lados. O mais aberto e sincero e o mais obscuro. É a gaveta dos meus segredos e pensamentos. O que é o meu Pássaro da Alma senão o meu reflexo ao espelho?”

 

Ana Faria

“… voa livre em cada sentimento. Sente-se feliz, sente-se zangado, sente-se magoado, pode sentir-se de várias formas, explorando-as; perguntando o que são, voando nelas.”

 

Ana Rita Alves

“… é estranho, muda constantemente e, às vezes, é como se não correspondesse áquilo que sinto, porque sai inseguro em relação à felicidade e ao ódio e, por vezes, sem sempre demonstra aquilo que sinto, aquilo que penso e aquilo que sou.”

 

Ana Rita Silveira

                “… seria um Pássaro muito aventureiro, que saltitaria de sentimento em sentimento, mas nunca me deixando triste. Um Pássaro pronto para acolher um amigo que precisasse, um Pássaro que pudesse fazer tudo o que quisesse sem consequências. Seria um pássaro que adoraria estar com os amigos, mas ao mesmo tempo gostaria de estar sozinho. Este é o meu Pássaro da Alma.”

André Soares

                “… não passa do meu reflexo, da minha essência, da minha existência. Acredito que é o meu espelho e que dependemos mutuamente um do outro.”

 

Bárbara Loureiro

                “… é sereno, calmo e brincalhão. Gosta de brincar e de se divertir com aqueles que que vê como amigos. Não gosta de inveja mesmo quando sem querer a sente. O meu Pássaro é jovem e gosta de sentir essa juventude ao máximo.”

 

Beatriz Azevedo

                “… é a força que faz continuar e lutar para os céus alcançar. É aquele que mais cresce e aprende uma maneira nova de viver a cada dia que passa. Vive para desvendar grandes mistérios, como a Morte e a Vida. É um Pássaro que tudo encontra, mesmo que esteja perdido e abre as asas para receber tudo o que o mundo tem para dar…”

 

Carmelinda Pimenta

                “… é a liberdade que rasga os céus, com asas de sonho e pensamentos doces. O meu Pássaro é aquele que mais sonha, mais quer e ambiciona, é aquele que realiza e não desiste, alcança tudo o que a vida desafia, é um lutador reconhecível, é um Pássaro da vida. É o meu Pássaro da Alma.”

 

Cedelina Mendes

“… é a minha vida, meu criador, meu protetor. O meu Pássaro da Alma é o meu amor, minha paixão, meu ódio, minha raiva. O meu Pássaro da Alma é o meu espelho, o meu reflexo.”

 

Cláudia Fonseca

                “… é a minha inspiração, a minha alegria e o meu viver. É por ele que eu acordo todos os dias, é por ele que eu conquisto e concretizo os meus sonhos.

Viver é encantar, é aproveitar ao máximo os momentos da vida e dela tirar ensinamentos. E tudo isso aprendi com o meu Pássaro da Alma.”

 

 Diogo Carvalho

                “… é o meu grande amigo nas horas más, ajuda-me a ter a calma necessária em diversas situações, é ele que me apoia em tudo, vai comigo para todo o lado. O meu Pássaro da Alma ajuda-me, principalmente, a conhecer a pessoa que sou realmente.”



Fábio Anunciação

                “… permite-me voar em mim mesmo, conhecer o meu interior. Com ele entendo as razões pelas quais reajo de diferentes formas perante os acontecimentos. O meu Pássaro da Alma vai buscar memórias, os acontecimentos mais marcantes. Sem ele não seria o que sou…”

 

Ineida Borges

                “… é um Pássaro muito feliz que está sempre a dançar e fazer gestos. Esse Pássaro tem sucessos, faz atividades em vários sítios. Eu gosto do meu Pássaro da Alma, é giro e amável.

É um Pássaro livre e simpático. Estou apaixonada pelo meu Pássaro da Alma. Faz-nos divertir muito.”

 

Inês Ferreira

                “… representa um sentimento de revolta, algo profundo, mexe bastante com o nosso ser e com o nosso estar.”

 

Isa Monteiro

                “… é  muito simpático, por vezes torna-se numa criatura complicada e triste.”

 

Jéssica Ribeiro

                “… sorri quando entro no mundo de sonhos, voa sobre florestas iluminadas, rios de águas límpidas e olha para as estrelas num dia de céu estrelado.

Chora quando alguém me rebaixa, zanga-se quando sinto solidão.

Mas é ele que ilumina o meu dia, que traz alegria aos meus dias chuvosos e me apanha quando vou cair, é o meu anjo da guarda.

O meu Pássaro da Alma abraça e aquece-me, é ele que me lembra que o dia seguinte será melhor que o anterior.”

 

Luís Machado

                “ … não tem calma, o seu interior é uma revolução e de bom não tem nem vivalma. O meu Pássaro da Alma não tem pessoas, outros dentro de si com sentimentos bons. Tem a solidão, a tristeza, a raiva e o amigo ódio, mas todos eles com demoníacos dons.

O meu Pássaro da Alma até raiva de si tem, pode-se tentar esperar algo alegre nele e ter esperança mas desenganem-se…! Nada de bom lhe vem.

O meu Pássaro da Alma é um autêntico monstro à espreita, só as suas ideias e a sua justiça é que o guiam. Dentro dele corre apenas fria água. Quem o pode mudar, pássaro feito apenas de mágoa? O meu Pássaro da Alma é triste, sombrio e agoirento. Cuidado com ele, a sua cor é o cinzento.”

 

Micael Conceição

“… é aquele pássaro que se transforma perante os problemas que me atingem.

Há dias em que o meu Pássaro da Alma se encolhe e só lhe apetece fugir, há outros em que só tem vontade de se erguer e lutar contra todos os sentimentos e emoções que o confrontam.

Gostava de poder não sentir o que sinto para que o meu Pássaro pudesse ser livre, para que não sofresse diariamente com tudo o que me rodeia.”

 

Pedro Brás

“… apareceu do nada mas como um raio de sol iluminou-me a vida, fez-me sentir feliz. Apenas eu o via, as outras pessoas não conseguiam tal coisa, talvez cegas com a ambição pela riqueza, esquecidas da procura pela felicidade, esqueceram-se, também, do sentido da vida.

Até que um dia o Pássaro da Alma, não só o meu mas o de toda a gente, apareceu como o sol num dia quente de verão, iluminando a vida de todas as pessoas, trazendo felicidade até aos que sentiam os sentimentos mais obscuros…”

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Obrigado, "Projeto Persona"!

No ano passado, e a propósito de um Projeto Curricular de Turma, “É proibido voar…?”, propôs-se a dramatização, simples, de alguns textos, aproveitando a imensa vontade de pessoas que têm a paixão pelo teatro. Começou de uma forma muito simples. O projeto, rapidamente, se tornou complexo. De súbito, já não se queria apenas cumprir um projeto que surgira de forma tímida. Já se queria muito mais. O grupo formou-se. As dificuldades surgiram. Os ensaios. O projeto cresceu. Todos nós crescemos. Chamámos ao projeto “É proibido voar…?”. Apresentámo-lo duas vezes, um para os alunos/colegas, à tarde, outro, à noite, para a restante comunidade educativa. E, sem que contássemos, tínhamos o Refeitório com mais de duas centenas de pessoas. Professores, amigos, muitos e muitos encarregados de educação… A partilha, depois, de um buffet, que deu para todos. E deste projeto ficou a vontade de continuar. Com mais força. Alguns saíram, outros entraram. Ficarão as saudades de momentos partilhados. E, ao Fundo, havia um antigo grupo de teatro. Era necessário acordá-lo, trazê-lo de volta. Mas nunca poderíamos fazê-lo sem agradecer a todos os que permitiram que ele voltasse. Porque é importante agradecer. Com vontade em ultrapassar desafios. Ficam algumas fotografias, aqui publicadas com a devida autorização, de quem permitiu esta nossa realidade, fruto de uma exposição fotográfica na escola.
Somos hYbris.













 
(Fotografias de Paulo Martins)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O pássaro da alma




 ''No fundo, bem lá no fundo do nosso corpo mora a alma, ainda não houve quem a visse, mas todos sabem que ela existe, e não só sabem que existe, como sabem o que tem lá dentro." 

Mikael Alexandre

sábado, 24 de novembro de 2012

... sobre o Pássaro da Alma...

Foi assim, entre tantas outras. Enquanto a chuva fustigava quem se atrevia a ir para a rua, nós viviamos a ser Sentimentos, a tornar a Alma que trazemos dentro de nós num Pássaro que agora nos alimenta e nos faz ir, a sorrir, a vermo-nos ao espelho que é o Outro. E é só o princípio. Ainda.
 
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Amanhã levo brigadeiro para o nosso ensaio! PRECISAMOS DE ENERGIA! :DDD (eu em especial que preciso de comer de duas em duas horas xD)
Beatriz :)

domingo, 18 de novembro de 2012

... sobre o Pássaro da Alma...


 
(por Paulo Martins e Sandra Videira)
 
 
"i've always been inspired by dance, so i wanted to tell a short story with dialogue through movement, without anyone saying anything. sidi larbi cherkaoui's extraordinary choreography created this unique communication between the dancers james o'hara & nicola leahey. larbi's way of working with flexibility played as an interesting contrast to the harsh environment in which matthias montero's pure and ethereal style of cinematography allowed an intimate portrait of the couple."
 
(Retirado de aqui)


domingo, 11 de novembro de 2012

Se fizéssemos algo fácil, não teríamos o nome que temos.




Inspirado nas palavras de Paulo Martins


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

... sobre e para o pássaro da alma...

 
 
 

 

 
 

 
por Paulo Martins e Sandra Videira

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

"Tu nunca sabes para que tipo de público vais atuar."



Ana Faria
As preocupações desaparecem, os nervos dominam-te totalmente.
Quando estás no palco, a tensão de teres o público a tua frente, toma-te por completo e tu simplesmente ages.
A adrenalina é total e tu o que fazes a seguir, é quase espontâneo.



Inspirado nas palavras de, Micael Conceição

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Recomeçar...


Caminhamos de cabeça baixa. Sabemos que nos observam os deuses. Contra a nossa própria vontade, deixamo-nos levar pelos seus desejos, pelos seus gostos, pelas suas raivas. Sabemos o quão cruéis poderão ser. Uma ave que nos devora, uma pedra que, no topo, volta a cair. A eterna queda, depois de encontrarmos a fórmula secreta para o voo, ambicioso, desejado. E é perante a nossa mais primitiva natureza, afinal, a humana, que vamos lutando. Que os vamos desafiando. Deixando de caminhar de cabeça baixa e soerguê-la, de forma bem alta. Olhá-los nos olhos e dizermos
Estamos Aqui
para nos ultrapassarmos, para sermos o que eles são. E torná-los, assim, mais humanos também.
Estivemos longe. À procura. Porque é preciso parar, por vezes, para escutar. Para ver. Para nos deixarmos abraçar. Por tudo o que nos rodeia. Voltámos. A pensar no que podemos ser através do que já somos. Apercebemo-nos, afinal, que nem sempre são os que nos olham de cima que nos fazem mal. São aqueles para quem olhamos de frente, os que nos observam nas nossas costas e perseguem. Mas caminhamos. À procura.
E é para isso que estamos aqui.


Sandra Videira
Paulo Martins